terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
PAISAGEM, TERRITÓRIO, REGIÃO 2
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
PRÁTICA DE ENSINO EM GEOGRAFIA
CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ENSINO DE GEOGRAFIA – PUC/SP
| Aula | Temário central |
| | Apresentação do curso. Linguagem e conhecimento. As linguagens da Geografia |
| | Linguagem e lógica. Geografia e lógica. A ordem topológica. O aprender e o ensinar Geografia. Alfabetizar em Geografia. O desenvolvimento das estruturas lingüísticas nos ensinos: fundamental, médio e superior; a relação entre o domínio dos conteúdos e o desenvolvimento cognitivo. |
| | O que se ensina e o que se aprende: a diferença entre conteúdo e objetivo pedagógico. Conteúdo, avaliação e ressignificação das estruturas discursivas Geografia como disciplina escolar |
| | A Geografia na primeira fase do ensino fundamental (1o. ao 5o. anos) |
| | A Geografia na segunda fase do ensino fundamental ( 6o. ao 9o. anos) |
| | A Geografia na segunda fase do ensino fundamental (6o. ao 9o. anos) |
| | A Geografia no ensino médio |
| | O que falta discutir. Avaliação final do curso. |
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Pra divulgação
http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/pinheirinho-o-documentario
PAISAGEM, TERRITÓRIO, REGIÃO
Para ver outras paisagens
E o meu coração embora
Finja fazer mil viagens
Fica batendo parado
Naquela estação....
(Adriana Calcanhoto)
De que serve a tarde?
Inutil paisagem...
Apresentação
Disciplina: Paisagem, território e região | |||
Semestre: 1º . | Período: 5º. | ||
Núcleo responsável: NA | Créditos: 4 | ||
Carga horária Total: 72 horas/aula | Departamentos Envolvidos: Geografia | ||
Ementa Desenvolvimento da construção conceitual em torno das categorias: paisagem, território e região e a articulação entre tais categorias e seus significados no processo de produção do conhecimento geográfico. | |||
Objetivos – Exercitar a relação entre o domínio das categorias e a construção conceitual a elas subjacentes; – Entender o significado do conceito na produção do conhecimento; – Reconhecer os fundamentos do estatuto epistemológico da Geografia; – Exercitar o significado a relação entre aparência e essência na produção do discurso geográfico. | |||
Temas centrais – A origem das categorias e as construções conceituais que identificam os significados de paisagem, território e região; – A articulação conceitual e a produção do discurso geográfico. | |||
Avaliação Caderno com anotações de aula e comentários pessoais – entrega na 16ª aula via e-mail (dsantos@pucsp.br) (colocar em discussão o material para a semana de sistematização) | |||
Aula | Conteúdos e procedimentos | ||
1. | Apresentação do curso – a relação entre categorias e conceitos – o curso como um exercício de construção conceitual | ||
2. | A Fisionomia da Paisagem – Jean-Marc Besse | ||
3. | A Fisionomia da Paisagem – Jean-Marc Besse | ||
4. | O Território e o Poder – Claude Raffestin | ||
5. | Definindo território para entender a desterritorialização – Rogério Haesbaert | ||
6. | Definindo território para entender a desterritorialização – Rogério Haesbaert | ||
7. | Metamorfoses do espaço habitado – Milton Santos | ||
8. | Região e organização espacial – Roberto Lobato Corrêia – Roberto Lobato Correia | ||
9. | Paisaje e Región: una aproximación conceptual y metodológica. Aurora Garcia Ballesteros (org.) | ||
10. | Dos modos de produção às regiões – Alain Lipietz | ||
11. | Da Região, à Rede, ao Lugar – Ruy Moreira | ||
12. | Da Região, à Rede, ao Lugar – Ruy Moreira | ||
13. | Região: conceito obstáculo - Lacoste | ||
14. | Paisagem, território e Região – fechamento do curso | ||
15. | Paisagem, território e Região e cartografia – fechamento do curso | ||
16. | Fechamento do Caderno – avaliação do curso | ||
17. | Semana se sistematização | ||
18. | Semana se sistematização | ||
Bibliografia CAPEL, H. Ramas en el árbol de la ciencia. In: Actas de las II Jornadas Dobre España y las expediciones científicas en América y Filipinas. Barcelona: Ed. Doce Calles, s/d. CROSBY, A. W. Imperialismo ecológico. São Paulo: Companhia das Letras, 1993. BALLESTEROS, A. G. (org). Teoria y Práctica de la Geografía. Madri: Alhambra, 1986 BESSE, J.M. Ver a Terra. São Paulo: Perspectiva, 2006 HAESBAERT, R. O mito da desterritorilização. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2006 HUMBOLDT, A. de, Quadros da Natureza vol. I. São Paulo: Cosmos, Clássicos Jackson, vol XXXIV, 1950 LACOSTE, Y. A Geografia, isso serve, em primeiro lugar, para fazer a guerra. São Paulo: Papirus, 1988 LIPIETZ, A. O Capital e seu Espaço. São Paulo: Nobel, 1988 MENDONZA, et al. El Pensamiento geográfico. Madri: Alianza Ed., 1992. MOREIRA, R. Para Onde vai o Pensamento Geográfico. São Paulo: Contexto, 2006 RAFFESTIN, C. Por uma geografia do poder. São Paulo: Ática, 1993 SANTOS, M. Metamorfoses do Espaço Habitado. São Paulo: Hucitec, 1988 ___________ Espaço & Método. São Paulo: Nobel, 1985 | |||
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quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Frases
Há revistas e livros que se propõem a coletar, colecionar e publicar frases de efeito. Conheço muitas e, na maioria, dizem muito pouco se colocadas contra si mesmas, mas dizem muito porque, na forma que estão construídas, estimulam a imaginação do leitor. Assim, cada um tira lá suas conclusões, procurando e geralmente conseguindo associar um escritor famoso com suas próprias maneiras de olhar o mundo.
Deve ser por isso que revistas e livros tão especializados, mesmo citando autores que, considerando o público típico de tais publicações, não teriam seus livros e artigos lidos e compartidos, tornam-nos familiares para públicos muito mais amplos que, pela primeira vez, terão acesso a alguma afirmação de homens como Aristóteles, Kant, Marx, Platão, Nietzsche, Hegel e tantos outros do mesmo calibre.
Coloco tais reflexões porque tenho, aqui e agora, uma frase minha publicada e fico tentando imaginar quantos serão os significados que ela terá, assim tão solitária, no imaginário de seus leitores. Bem... o certo é que as coisas escritas, mesmo que necessariamente tenham autores, cedo ou tarde já não lhes pertencerão.
Vai aí a frase e, se um dia, esse blog tão meu e para mim, tiver algum tipo de seguidor e, mais que isso (quem sabe?) que queira discutir tal frase, acho que vou saber algo sobre o resultado desses recortes e, então, poderei contar-lhe sob que condições ela foi escrita e o debate que ela esconde.
"Passar por um processo educativo significa confrontar o que se sabia com novos 'saberes', levando a mudanças que levam a novas necessidades de adaptação, a uma nova educação."
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Comentários sobre cartografia e linguagens
Ontem, meu agora ex orientando Willian, defendeu sua monografia com o objetivo de obter o título de especialista em ensino de geografia. Como ele mesmo nos explicou, o ponto de partida para seu trabalho foi o conjunto de discussões que ocorreu na escola pública que trabalhava, onde direção e coordenação colocaram para os professores o desafio de discutir as chamadas "competências escritoras e leitoras" no interior de suas disciplinas.
Willian, resolvido a dar conta da tarefa inicia suas discussões tendo como referência o domínio da língua portuguesa, mas, com o transcurso das discussões percebeu que tinha de colocar em pauta, no interior dessas competências, o próprio ensino da geografia. É nesse contexto que ele escolhe a cartografia como linguagem e opta por realizar exercícios cartográficos para ensinar seus alunos a ler e escrever.
Vale conferir o trabalho, levando em conta que nós, os membros da banca, procuramos evidenciar os limites que ainda possui, principalmente pela escolha que ele fez em permanecer no campo da cartografia sem atingir a noção de alfabetização geográfica, optar por uma bibliografia que trata do tema nos limites do puro formalismo cartográfico e tratar dos conteúdos sem dar conta das competências que teve por mote e que definiu o título do trabalho.
Bom... as dificuldades existem, mas vale o fato da discussão estar sendo colocada em evidência.
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Retomando
Bem... Voltemos!!
abraços a todos
Douglas Santos